quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Base para quiche

Olá malta!

Hoje, para ser diferente, não vos vou trazer uma receita propriamente dita, vou fazer um post oficial de algo que eu acho bastante útil: base para quiche.

Acho que é bastante útil sabermos a base de uma quiche, tarte, pizza, sopa, pois a partir daí, é tudo muito mais fácil.

Ora então, a base da quiche leva:
- 4 ovos
- 1 chav. chá de óleo
- 2 chav. chá de leite
- 1 chav. chá de maizena
- 1 chav. chá de farinha de trigo
- 1 colh. sobremesa de fermento
- sal e pimenta a gosto

Se tiverem liquidificador, fica tudo mais fácil.

Comecem por bater os ovos, o óleo e o leite. aos poucos vão juntando os sólidos, até obter uma massa homogénea e finalmente temperem com um pouco de sal fino.

Se não tiverem, também podem bater à mão, claro, mais ou menos pela mesma ordem.

Coloquem esta mistura num tabuleiro untado e enfarinhado e é só dar largas à imaginação com o recheio :)


BOM APETITE!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Paté de azeitonas pretas (tapenade)

Viva, viva, gulos@s!

Como o regresso tem de ser em grande, e como o que é bom nunca é demais, logo a seguir a um paté nada melhor do que outro.

Desta volta é um paté ligeiramente fora do comum porque não leva maionese (oooohhhhh).

Pois é... eu também meto maionese para a veia, mas acreditem que este paté não fica em nada a dever a quaisquer outros.

Aprendi esta delícia num workshop vegetariano no Yoga 5 de Outubro, que me foi oferecido pela minha querida afilhada, que também me acompanhou nessa tarde tão bem passada (e onde aprendi também os Legumes à Brás, já aqui apresentados).

Mais uma vez, fiz batota. Sim, sou uma batoteira da cozinha. A receita que aprendi também tinha tremoço. Ainda vou experimentar esse, mas acho que sem ele a coisa também anda que é uma beleza.

Para este paté, não são necessários muitos ingredientes, o que é curioso, pois fica realmente bom:
- 200g/300g de azeitonas pretas descaroçadas
- 1 ou 2 dentes de alho (cuidado aqui, ou fica muito forte)
- orégãos a gosto
- sal fino a gosto

Ora então vamos lá à simplicidade da coisa.

Cortem as azeitonas em pedaços mais pequenos (não é necessária nenhuma precisão cirúrgica) e juntem também o alho picadinho.
Agora aqui é que a coisa se complica.
Se tiverem uma processadora/picadora. excelente. Eu não tenho e não consegui fazer a coisa como deve de ser no liquidificador. A solução é ir deitando porções de azeitonas para dentro do copo da varinha mágica, ou de outro recipiente alto, e ir picando com a dita. À medida que tudo se vai reduzindo a papa, vai ficando mais fácil de misturar tudo e incorporar o alho nas azeitonas.

Depois de estar tudo reduzido, temperem com orégãos e sal fino a gosto.

Não dá uma porção muito grande porque o paté é bastante consistente, não fica muito volumoso.

Sirvam com tostas ou pão.


DICA: Tenham realmente bastante cuidado com o alho, pois, mesmo que só 1 dente possa parecer muito, pode até não ser, dependendo do tamanho do mesmo. O meu conselho é adicionar só 1 no início e, se acharem que sabe pouco a alho, piquem mais um dente e voltem a meter tudo na picadora.
Mais vale ter este trabalho 2 vezes do que arruinarem o paté inteiro.
Outra sugestão é, para quem achar que o paté é pouco cremoso, podem juntar uns pingos de azeite.

BOM APETITE!

Paté de tomate, milho e cebola

Olá gulos@s!

Bem vindos ao primeiro post de 2014!

Sei que tenho sido uma baldas (como sempre), mas sabem que, quando regresso assim depois de uma grande ausência, também vos compenso em grande!

Hoje trago-vos o primeiro paté do blog.

Fazer patés não é fácil para quem é vegetariano. Normalmente esfregam-nos nas fuças com mistelas de atum, delícias do mar, sardinha, fígado, blherrkkk!

Então, para colmatar essa falha gastronómica, tantas vezes cometida, hoje apresento-vos um dos melhores patés que já provei na vida: tomate, milho e cebola.

Aprendi o paté original com uma amiga brasileira, mas confesso que tive de fazer batota, pois o dela ainda levava salsicha enlatada. Quem quiser pode acrescentar, não sou fascista, apesar de ser contra.

Ora então cá vai (amanhem-se com as quantidades, depende de quanto querem fazer):
- tomates
- milho cozido (pode ser em lata, ou comprem congelado e cozam brevemente)
- cebola
- maionese
- sal a gosto

Comecem por ir abrindo os tomates ao meio, tirar o pé, a água e as grainhas. Piquem bem pequenino (mais pequeno do que se fosse para vinagrete). Reservem num escorredor de legumes, para ir saindo toda a humidade possível.
Seguidamente piquem a cebola também bem pequenina e juntem ao tomate.
Finalmente juntem o milho. Usem os bagos de milho como referência para o tamanho do tomate e da cebola, que não devem ser maiores.
Temperem os legumes com sal, dêem uma mexida e deixem apurar algum tempo, se tiverem esse tempo para dispensar.

Finalmente, coloquem tudo no refractário, misturem a quantidade de maionese que desejem e envolvam tudo.

Podem servir num recipiente grande ou dividir por vários mais pequenos, conforme quiserem.

Sirvam com tostas ou pão. Penso que também pode ser um bom acompanhamento, como se fosse uma salada russa.



Fiz este paté, pela primeira vez, agora na passagem de ano, e deixem-me dizer-vos que foi um sucesso!

Se quiserem ir mais longe, também podem fazer a vossa maionese.


DICA: O tomate é uma fruta que larga muita água, por isso é aconselhável deixá-lo a repousar, caso contrário, a maionese ficará aguada.
Se ainda tiverem bastante tempo para confeccionar o paté, ficará ainda melhor se, depois de deixarem o tomate repousar e juntarem a maionese, cobrirem com plástico aderente e deixarem no frigorífico até servir.


BOM APETITE!